Sobre os motins nas Penitenciárias de Val Paraíso e Lavínia em São Paulo.



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Presos fazem rebelião em duas penitenciárias da região

RONI WILLER - ESPECIAL PARA A FOLHA DA REGIÃO Link
http://folha.fr/450182


Domingo - 05/02/2017 - 19h23



 Atualização: 22h38 de 05/02/2017


Divulgação - 05/02/2017


Fumaça dos colchões queimados podia ser vista de longe; guardas dispararam tiros de borracha



Duas penitenciárias da região de Araçatuba foram alvos de rebeliões de presos neste domingo (5). No pavilhão 8 da Penitenciária 1 "Vereador Frederico Geometti", em Lavínia (a 69 km de Araçatuba), onde estão 235 homens, eles atearam fogo em colchões e destruíram celas pouco depois do fim do horário de visitas, por volta das 19h.

Não houve mortes ou reféns.

O motim em Lavínia durou pouco mais de uma hora e foi contido pelo GIR (Grupo de Intervenção Rápida), da SAP (Secretaria de Administração Penitenciária), que age no interior dos presídios. O helicóptero Águia esteve no local em apoio; homens da Tropa de Choque e da Força Tática da Polícia Militar também foram mobilizados.

A rebelião teria começado no momento em que o pavilhão foi fechado. Seis presos que seriam transferidos iniciaram o motim. O grupo da faxina teria ateado fogo em colchões. Tiros com balas de borracha foram disparados por guardas das torres.

Depois de contidos, os presos foram levados para o pátio, apenas de cuecas para que as celas fossem revistadas.

VALPARAÍSO
Em Valparaíso (a 44 km de Araçatuba), a rebelião começou neste domingo da mesma forma que em Lavínia, quando um preso, com problemas psicológicos, incentivou companheiros que trabalham na faxina a não entrarem nas celas do pavilhão 3 após o horário de visita.

Várias torneiras foram quebradas pelo grupo. O GIR também foi acionado, contendo os presos. Não houve refém ou qualquer outro estrago.

MIRANDÓPOLIS
Um preso do regime semiaberto de uma das penitenciárias de Mirandópolis (a 76 km de Araçatuba) fugiu neste domingo. A reportagem não conseguiu mais detalhes. (Colaborou José Marcos Taveira)

Fonte: http://jenisandrade.blogspot.com.br/2017/02/sobre-os-motins-nas-penitenciarias-de.html
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